domingo, maio 11

ADEUS MAESTRO





Feira/Festa de Abril - Alter do Chão

Eu detesto qualquer tipo de touradas. Acho-as uma manifestação de "barbárie" Tolero as "pégas", mas estou sempre a "torcer" pelo touro.

Sabe bem ouvir um incentivo…

Caro Amigo
Respondendo à tua "intimação", embora com algum atraso, aqui vai um texto meu antigo, que talvez já conheças e que até leva um simpático comentário (ainda que parcialmente discordante) do Prof. Vital Moreira, a quem às vezes tenho a ousadia de submeter os meus escritos sobre matérias da sua especialidade.

Podes utilizar, ou mesmo modificar a teu bel-prazer, segundo o teu pensar, pois estas coisas são para se irem pensando colectivamente (palavra cada vez mais caída em desuso, nesta nossa era hiper-individualista...), e publicitar lá no teu «Planalto».

Já agora, deixa-me dar-te um abraço de parabéns por essa batalha que diariamente travas, com sucesso! Eu também tentei fazê-lo, como sabes, mas é uma tarefa hercúlea (manter um "blogue" actualizado)...

Continua e segue em frente com o mesmo entusiasmo, que eu, mesmo com pouco tempo, sempre te irei lendo e, na medida do possível, comentando.

Obrigado e um abraço (talvez vá buscar a minha Mãe a Seda no fim do mês, pode ser que consiga fazer-te aí uma visita ao teu "posto de comando"...,)

Marçal Alves.

Os Cinco e a Estrada do Poder

Como eu quero para o PSD, o Quanto Pior Melhor...

Santana, Sntana, Santana

sábado, maio 10

Boavista desce de Divisão; João Loureiro suspenso por dois anos. Acusado de coacção sobre a equipa de arbitragem de três jogos disputados em 2003/04 – com Benfica, Belenenses e Académica –, o Boavista foi condenado com pena de despromoção à Liga de Honra, enquanto João Loureiro terá de cumprir quatro anos de suspensão.

Nota:
O Joãozinho já se pronunciou. Vai recorrer claro, mas o caso não o afecta, já nem é dirigente. E os 100 milhões de “passivo” do Boavista? A que bolsos foram parar? Eu nem considero o “filho do pai” o grande responsável pelos crimes. O tipo não tem neurónios suficientes para congeminar o roubo de uma chupeta a um bebé. É pouco mais que inimputável. O mentor é outro. E os principais responsáveis são os adeptos do clube que se deixaram iludir pela Quadrilha dos Batateiros.

Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhes franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada.

Nova PJ

Gostei de ver a tomada de posse do novo director da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues. Pareceu-me um homem sério e empenhado.
O que me ocorre dizer sobre os procuradores “orelhudos” que não querem trabalhar sob as ordens dum Inspector de carreira?
Que vão pela sombra. Não vão fazer falta á polícia. Trampa dessa, há por aí aos pontapés.

O major Batateiro está irritado com o presidente do Concelho Disciplinar da Liga, não pelo teor do Acórdão, mas pela maneira como se vangloriou na leitura do mesmo.
È risível vindo de quem vem. O mesmo homem que acenava á populaça com ar de gozo á entrada do Tribunal de Gondomar, ou há bem pouco tempo afirmar que ia ganhar quinze a zero.
Há por aqui jogadores, que já não têm os trunfos todos…

sexta-feira, maio 9

Guernica em 3D


Vidas Comuns

Pelas minhas contas, terá nascido por volta de 1865, chegado a Seda em 1877, era “pechardeco”, natural de Chança e veio trabalhar como “moleque” para casa dos Teixeira (moleque era uma espécie de moço de recados das casas ricas). O primeiro trabalho dum menino antes de chegar a ganhão). Chamava-se António Lourenço, e foi meu bisavô materno.
Por lá conheceu uma criadita, afilhada da casa, chamada Catarina Rosa. Acabaram de se criar juntos e desenvolveram uma antipatia mútua, de todos conhecida, que só terminou quando ela já não podia mais esconder a barriga. Os patrões casaram-nos à pressa, o mal já não tinha remédio e foram pais de oito filhos, cinco rapazes e três raparigas.O meu bisavô era reconhecido na terra como um excelente trabalhador e uma pessoa muito honrada. Era hábito por aqui haver também uma certa deferência por quem tinha vindo de fora.
O ano de 1908 foi de uma grande invernia. Não era possível trabalhar nos campos e lá em casa havia dez bocas famintas. Convencido pelos vizinhos, acompanhou-os uma noite a apanhar uns quilos de bolota, (bolêta). Era um terrível crime nesses tempos no Alentejo, um pobre matar a fome com o que estava destinado aos porcos.
Ele não voltou nessa noite. Perguntados em segredo os companheiros do “roubo”, nada de nota tinha acontecido.
Fizeram o percurso no sentido inverso e encontraram-no. Ao tentar saltar um ribeiro, não alcançou a outra margem. A água gelada, o peso do saco e a correnteza, mataram-no.
Mas quem realmente o matou, foi a fome.

Assim terminou a curta história do meu bisavô “pechardeco”.

Portugal no "nosso" melhor


quinta-feira, maio 8

SERMÃO AOS IMBECIS

A última homilia de João César das Neves, o taliban português, no Diário de Notícias, termina assim:

“Esta hostilidade, agora franca e aberta, é boa para a fé. Uma perseguição faz sempre muito bem à Igreja, purificando-a e renovando-a. O problema está no que entretanto sofrem as crianças das escolas e creches, os idosos do centros de dia e obras sociais. Os serviços estatais, apesar das suas tendências totalitárias, nunca conseguem substituir as paróquias. Uma perseguição à Igreja, mesmo envergonhada, acaba sempre por prejudicar os pobres

Estou plenamente convencido, que graças a este tipo de professores universitários, que o sistema produz tantos “analfabetos funcionais”. Arvorem esta luminária Ministro da Educação, e rapidamente teremos uma rede de madrassas, com alunos a repetir acefalamente a palavra do senhor.

O Abominável Homem das Neves, é um cruzado serôdio, um talibã romano, um diácono sem sotaina nem tonsura, a voz de serviço à mais troglodita visão do estado, desejoso de ver Portugal prestar vassalagem a Roma, convertido em protectorado do Vaticano.

Sigamos o profeta dos nossos tempos. A Deus o que é de César. As sotainas ao poder. Já!!!

Televisão do Qatar

Sem Comentários

quarta-feira, maio 7

Avenida João XXI 1965 / Lisboa


Repulsa e Vergonha

O famigerado cónego Melo agiu, em 1974/75, activamente e por meios terroristas contra a democracia que dava os primeiros passos: os comunistas eram as primeiras vítimas, mas o objectivo era a própria Democracia. Por isso é que é intolerável que na hora da provocação, o PS encontre um qualquer alibi para não se pôr do outro lado da barricada.

De cedência em cedência…

antes, era só um operário;
depois, apenas um padre;
depois, era ainda só um comunista…
acabam por nos cortar a cabeça…
a nós próprios, que não éramos nada disso.


A atitude miserável do CDS/PP, que na primeira versão do “voto de pesar” se permitia qualificar o desprezível padre como “um homem de Abril”, só pediu meças á cobardia dos socialistas. E lá nas profundezas do Inferno onde “esturrica”, o Melo bate palmas e goza com a falta de carácter de alguns políticos.

terça-feira, maio 6

Ao Grupo Parlamentar do PS.

Digo-vo-lo com a responsabilidade de vos ter precedido na representação popular no Parlamento. E de ser filho de um Homem que também vos precedeu, Victor de Sá, como outros perseguido durante a luta contra o fascismo, que se viu obrigado a fugir de casa, em Braga, nesse “verão quente” para não ser abatido pela camarilha do cónego que deixásteis que o Parlamento homenageasse como um democrata.

É pelo respeito que os nossos mortos nos devem merecer, aqueles que lutaram para que Portugal vivesse em liberdade, que vos manifesto a repulsa democrática por essa indignidade que alguns de vós personificásteis. Não vos queixeis do divórcio do Povo!

Esta vossa atitude teve ainda a ironia de ocorrer quando se invocam os 40 anos do Maio 68: alguns de vós estavam, como eu, do lado dos que se revoltaram contra o” stato quo” do poder estabelecido. E agora, que sois Poder?

Victor Louro, (antigo deputado à Assembleia da República)


Nota:
Aos cerca de trinta deputados do Partido Socialista que tiveram a coragem de abandonar o hemiciclo antes do repugnante “minuto de silêncio”, os meus respeitos.

Assina a Petição


segunda-feira, maio 5

EVA

António Coutinho


(para contactá-lo, ajscoutinho@gmail.com)

Caridade Cristã

…não são dignos daquele deus?
O que ia ser uma tarde de passeio para um grupo de 12 jovens com o Síndrome de Down, transformou-se em grande indignação…

Segundo o “La Voz de Almeria”, quando o grupo se encontrava a visitar a Catedral, um sacerdote expulsou-os com maus modos, aludindo á sua deficiência. Os professores asseguram que a desculpa para isso, foi: “Não sentem, não sofrem, nem entendem”.

(nitidamente, filhos de um deus menor, maltratados por um filho da puta)

Lisboa, 25 Abril 2008





Fotos de Lumife

domingo, maio 4

Fábio Coentrão


O Benfica continua a investir em estranjeiros de talento duvidoso e a"queimar" jovens portugueses com futuro

Segundo o jornal Sol, O PSD vai pagar a multa referente ao caso Somague em prestações, porque o partido está sem crédito bancário.

Que bom era se o partido estivesse sem crédito, só em assuntos bancários. Mas a falta de crédito é geral e muito mais profunda. E pior que tudo, sem fim á vista.

Memória do Crónicas (04/05/2005)

FUNDAMENTALISTAS
Dois cidadãos portugueses que, por lapso entraram na zona onde decorre a manifestação católica contra o governo de Timor-Leste, foram selvaticamente agredidos e sequestrados.
Levados para a Residência do Bispo, o chefe dos energúmenos, foram interrogados durante quatro horas, chegando às raias da tortura psicológica.
Se esta canalha toma o poder, ainda instala um regime Taliban. Podem crer

Cromos

Avenida da República 1916 / Lisboa


sábado, maio 3

Ligado na TV

Quinta-feira, 21 horas e 7 minutos, estou a ouvir a entrevista de Santana Lopes. Começa com um chorrilho de mentiras óbvias sobre o timing e o imaginário apoio do maluquinho da ilha. Só quem não viu o esgar de raiva no focinho de Alberto João, á saída do Conselho Nacional, pode dar crédito. O Lopes conta com um apoio de peso; Sá Carneiro. Até que ele não venha lá de baixo puxar o pé a quem abusa do seu nome.
Agora já não está de acordo com a política de Manuela Ferreira Leite, o homem mudou de ideias. Vá lá saber-se o porquê.
Depois, pasme-se, elogiou o seu governo. Esqueceu “as luvas” da empresa dos submarinos, as 60.000 fotocópias roubadas, as vigarices dos ministros da Agricultura, Ambiente e Turismo, o outro que vai para férias num avião do estado, o fundo de pensões da CGD, “torrados”, o défice miserável, etc.
Quer rescindir 100 mil contraltos na Função Pública. Porque não cortar nas reformas dos “chulos” do estado? Sim, os políticos cheios de saúde e reformados com quarenta e poucos anos.

Como a política do Crónicas para o PSD é; “quanto pior melhor”, apoiamos o Lopes.

Santana, Santana, Santana.

Portugal no "nosso" melhor


sexta-feira, maio 2

Os Outros Galegos

Crónica do Invisível II

Portugal está pechado
c’uma chavinha de vidro
se essa chavinha se perde
Portugal fica perdido.

Da Brasileira fomos ao restaurante guiados pola mocidade de AGAL de Lisboa, éramos vinte, três ou quatro éramos portugueses, outros éramos os que chegáramos o dia anterior, outros éramos galego-portugueses simplesmente. Foi um jantar-ceia inesquecível: as caipirinhas, o picadinho mineiro, o sorvete de maracujá, o café, de novo o café... Mas o café só veio ao final; antes vieram as apresentações, que foram ideia do Alexandre, que ia anotando os nomes num livrinho pequeno...
O primeiro em falar foi Antonio Gil, e a seguir fomos um por um despindo nas palavras e nos risos e brincadeiras tudo o que éramos e o que não éramos. Foi uma festa... um convívio entranhável, que fez com que a cama tivesse que aguardar por nós... E de novo o metro, linha azul, depois amarela; entramos no hotel lá perto das duas da madrugada, mas o corpo ainda não nos pedia cama, não...
Nós, caros e caras que estais a ler esta crónica, sentíamos a necessidade de saber de vós, de saber que vós sabíeis que tudo fora bem; foi nesse instante que eu entendi o argumento sobre a necessidade da Trindade que exprimira Xavier quando íamos a caminho de Lisboa... “Se Deus é amor, necessita amar, daí a necessidade do Filho, mas para que tenha existência real, a cena necessita ser contemplada por um terceiro: o Espírito Santo...” Não estou a dizer que vós fosseis o Espírito Santo, mas isso é exactamente o que estou a dizer mesmo... Nós tínhamos falado, e tínhamos sido ouvidos, mas para nós saber isso, para que isso fosse realmente certo, nós necessitávamos a segurança de que vós nos tínheis visto. O portátil do Ângelo não nos dava para conectarmo-nos à rede desde os quartos por causa de um antivírus de última hora, e foi a net de moedas, como as antigas cabinas de telefone, que nos permitiu, vermos-nos através de vossos olhos...
Nunca esquecerei a imagem do hall do hotel... lá na esquina Martinho não cessa de meter moedas para que a máquina nos siga mostrando o PGL, eu que ficara preocupada porque a minha câmara se tinha parado no minuto três da intervenção de Alexandre fiquei de boca aberta ao ver que já lá estava no portal... parecia uma miragem. Aos poucos a gente foi indo para a cama, eu fiquei de última esgotando os minutos que restavam por gastar na cabina-net. Abri meu correio. Tinha uma mensagem de Selmo Vasconcellos, que me avisava de que no número 51 de “O Rebate” revista que ele dirige em Porto Velho (Rondônia), saíram seis poemas meus. Pareceu-me um bom sinal receber aquela mensagem vinda do Brasil em Lisboa; a noite não podia ter melhor final para mim. Na máquina esgotaram-se os minutos. Fora seguia a chover; quando já me ia, o guardinha do hotel desejou-me boa noite e falou-me de que antes chovia no Norte e agora chovia em Lisboa... Quem sabe este guardinha não seja do Norte, desses que nós enganávamos nos nossos jogos; quase quis perguntar mas vi que tinha cara de muito falador e simplesmente lhe respondi ao da chuva, os dous concordamos com que o tempo anda com o de acima para abaixo... De manhã no pequeno almoço acabamos de organizar as actividades nas que já tínhamos falado nos dias anteriores... e que já agora, não incluíam uma visita pausada e afectuosa a esta cidade que nos dava o que tinha: sua alma. Em muitos momentos eu senti a necessidade de pedir perdão a Lisboa por não a poder visitar como ela, senhora que é, merece; mas prometi-lhe voltar...
Os trabalhos foram repartidos muito bem, escritórios para visitar, documentos para apanhar, embaixadas que informar... e num par de horas no hotel para outra sessão de trabalho. Foi uma jornada muito frutífera; ficamos satisfeitos com os planos de futuro, que já são pressente; julgamos que encontramos alguns aliados que nos vão ajudar no cuidado dessa chavinha de vidro que nos abre as portas da Lusofonia. De novo almoçar para ir depois a visitar a Academia de Ciências de Lisboa.
A cita era as 16:30, e era com o Presidente da Academia, o Dr. Adriano Moreira. Fomos de metro, de novo a linha amarela e a azul... Chovia, íamos partilhando os guarda-chuvas como partilhávamos nossos destinos, e nossos encantamentos de como todo ia saindo... Desde a parada Baixa-Chiado fomos a pé até a Academia... esses foram os escassos momentos com luz de dia que andamos algo pola cidade, mas sem parar de andar... Chagamos. O senhor Presidente da Academia recebeu-nos como membros da Academia Galega. Um senhor com saber diplomático; sentado entre o Ângelo e o Alexandre manifestou interesse por nós, pola nossa Academia, polas futuros relacionamentos, pola Galiza... no plano mais pessoal ao final nos disse que ele era de Bragança, por tanto vizinho do Norte; rematou a reunião e antes de nos ir embora mostrou-nos a biblioteca...
Impressionante, por dizer alguma palavra. Tiramos fotos dos tesouros linguísticos e da estância. Era hora de partir... Lisboa parecia querer-nos pegar nos pés, mas havia muita distância que percorrer. Voltamos ao lugar do carro, fomos às compras de última hora... Eu tinha uma encarga, só uma... Quando o domingo sai de casa minha filha disse: trai-me ovinhos moles de Aveiro. E eu fui a procura disso, e de umas revistas das Winx, que ela adora. Na livraria tivemos que tirar uns dos outros porque os livros nos prendiam... parecíamos esfameados que sabiam que apenas tinham uns momentos e depois a estrada os separaria desta liberdade de escolher leituras. Trouxemos connosco dicionários e outros livros, e eu ainda entrei numa loja para trazer vinho do Douro... O caminho de volta foi igual de intenso que o de ida, as conversas, agora depois de tantas horas juntos até tínhamos a sensação de nos conhecer melhor, como de toda a vida... Paramos nas beiras do Porto para comer um bocado e compramos a imprensa. Lá por volta das duas da madrugada chegamos a Padrão depois de passar por Pontevedra; ainda ficavam Compostela e Corunha a aguardar por alguns de nós.
Esta viagem saciou-nos de tudo o que nos leva faltado durante tanto tampo, saciou-nos com respeito por nós, por nós ser o que somos; isso que se nos nega na nossa própria terra e que Portugal, desta vez muito generoso, nós ofereceu, e por uns dias nós fez sentir o centro do universo. E nós, guerreiros e guerreiras contra o silêncio e o esquecimento, prometemos cuidar da chavinha de vidro, que nunca, nunca vamos deixar partir.

Concha Rousia – Santiago de Compostela

quinta-feira, maio 1

Camelos Em Campanha

Santana, Santana, Santana

O Primeiro Dia

Sérgio Godinho

(Este foi o primeiro post do Crónicas do Planalto, há quatro anos)

Este blog tem origem em Seda, Alto Alentejo, e está aberto a todos os que quiserem colaborar, independentemente das suas opiniões políticas, religiosas ou filosóficas.
As condições de publicação são da responsabilidade exclusiva do Editor, e vai directamente para o Caixote do Lixo, tudo o que vier com Ofensas Pessoais ou Palavras Ordinárias.


http://cronicadoplanalto.blogspot.com

É isso mesmo. Para quem não sabia aí está. Não sei se vou dar conta do recado, mas vou tentar. Quem me quiser ajudar, mande material.
Espalhem a notícia.