domingo, maio 3

Polítiquices e não só…

Estamos numa fase linda do nosso quotidiano político. São tentativas de agressão, pedidos de desculpa, recusas, justificações, “o diabo a quatro”.

Eu vi, claramente visto, que dois dos mais assanhados putativos agressores de Vital Moreira, são habituais frequentadores, de cachecol e bandeira, do Estádio da Luz. Não deverá Luiz Filipe Vieira pedir desculpa ao Partido Socialista?

E o presidente do Nacional da Madeira não deverá pedir desculpas pelo arraial de porrada servido ao Benfica?

Até eu, peço desculpas á Confraria Alentejana de Fritos e Guisados. Cá por coisas

Dia a Dia

Dura pouco a alegria na casa dos pobres. Isso mesmo! O fritinho da ordem para “atazanar” o colesterol, não podia faltar. Como eu gostava de saber se os nossos directores também comem fritos todo o santo dia…

Sopa de espinafres, duas (2) postas de solha frita e refrigerante (um bongo)

Eu como bom alentejano comi a sopa com pão migado e devolvi o peixe. Vai para o lixo. Que dor de alma nesta crise estragar comida. E se fosse só meu peixe a ter esse destino…, mas não. Mas o mais importante é a saúde. Vai-se peixe, fica o colesterol baixo.

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Está um dia lindo. Este sol alentejano é único. A minha varanda tem estado toda a manhã inundada de luz e calor. Todo o Alentejo deste mundo chega ao meu quarto, aqui nas Bijagós. Agora vou almoçar.


Canja, frango no forno com batatas fritas. Pêra.


O mesmo de sempre. Produdos de qualidade, bem confeccionados e as batatas pré-fritas.

sábado, maio 2

Vida Local

Maria Júlia Salgueiro
candidata
Assembleia de Freguesia
pelo
M I C A

Os Dias Iguais

Ontem ao jantar repetimos os fritos. Mas pela quantidade, não devem fazer-nos muito mal. Ao jantar veio a mesma sopa, como é habitual, acompanhada por, dois (2) solitários douradinhos. (pena não ter foto) Lá por cima, andavam na companhia de esparguete mas eu não quiz. Por favor, tanto frito não!


Hoje ainda não comi fritos. Hurra!!


Sopa de espinafres, bife estufado com arroz de ervilhas, gelatina.


Só faltou uma saladinha para ter nota dez (10). Mas eu ainda não perdi a esperança.

Os Dias Iguais

Em Janeiro último recebi a visita da Dra: Maria de Jesus Cáceres, responsável distrital deste tipo de instituições, (Lares). Trazia a incumbência de me “pedir” (eu não o tomei como pedido) que tivesse mais cuidado com o que estava a escrever aqui no Crónicas, (quem quiser saber o quê, basta ler o meu post da Noite de Natal). Que devia apresentar as minhas reivindicações a quem de direito e que todas seriam ponderadas e respondidas. Eu acedi, e prometi que assim o faria.

Tenho feito isso desde essa altura, sem que nunca tivesse tido uma resposta. Sinto-me desobrigado dessa promessa e já lho fiz saber.



sexta-feira, maio 1

José Mário Branco


Queixa das almas jovens censuradas

Os Dias Iguais

Hoje o dia está a correr-me bem. Será o 1º de Maio, o Aniversário, a estreia d’Os Dias Iguais, ou só o acaso? Mas lá que está a correr bem, não tenho dúvidas.
Eu sempre disse que as nossas refeições, regra geral, são bem confeccionadas e os ingredientes de boa qualidade. O que há muito contesto, é a escolha da alimentação tipo tendo em vista a quem se destina. Hoje o meu almocinho, foi o seguinte:

Sopa de repolho e feijão, entrecosto e batatas fritas

A sopa estava óptima como de costume. O entrecosto muito bem temperado. Não havia necessidade de incluir as batatas pré-fritas, eu comi só quatro. Para fritos, já chegava o entrecosto. Eu tenho um acordo tácito como o colesterol, eu não faço análises, (tal o pavor das agulhas), e ele não me apoquenta. Mas temo por quem não foi tão precavido.

PS: Prescindi da fruta, laranja, e comi meia-dúzia de morangos oferecidos pela minha amiga Antónia.

Quinto Aniversário

O Crónicas do Planalto faz hoje cinco anos. Começou por insistência de amigos, sem prazo de vida, e pode perfeitamente calar-se amanhã, se a isso for obrigado. Á velocidade a que os blogs aparecem e se apagam, hoje já pode ser considerado um venerável ancião.

Os temas do primeiro “editorial” vão manter-se, mas vou tentar despir-me de pudores e falar um pouco de mim, dos meus medos, do que me vai na alma. Não posso prometer grandes “tirada”, textos mirabolantes, simplesmente porque não o sei fazer. Vou só ser eu.

Talvez esta minha nova postura vá causar alguns constrangimentos ou incómodos, mas não estou muito preocupado. A nova rubrica “Os Dias Iguais” vem para isso mesmo, causar desassossego. Se houver alguma coisa a pagar por isso, como já me insinuaram, pagá-lo-emos.

quinta-feira, abril 30

Fausto


O namoro