quarta-feira, julho 16

O Meu 2º Clube

Pois, porque o 1º é o Glorioso.

O meu favorito era Manuel José. Mas como que escolhe é o Dr Merdail, vamos dar-lhe o benefício da dúvida enquanto o merecer.
Quando, na minha óptica, isso deixar de acontecer, prepare-se para críticas ferozes.

terça-feira, julho 15

Ainda a recente visita de Cavaco a Alter do Chão

Vida Local "Almoço do Sporting"

Foi sábado dia 12, o já habitual almoço dos lagartos. Uma festa bonita, só possível de organizar por minorias, que junta amigos desencontrados durante todo o ano. O Crónicas, junta-se á festa e saúda o convívio.

O António Sala de serviço, Mário Sérgio, o Presidente da Câmara, Joviano Vitorino, que oferece um presente ao Pres. da Ass. Geral do Sporting, Rogério Alves, ou vice-versa, e o Presidente da Junta, o lampião Alexandre, a quem a coisa não está a cheirar nada bem.
Continua a oferta e o amigo Alexandre diz para o Mário: -Tirem-me deste filme…
Rogério Alves discursa perante o ar embevecido do correlegionário apresentador. Joviano aguenta firme e o Alexandre resolve esconder-se.
Nesta parte, perante a promessa de trazer um crak do plantel para o próximo ano, o homem não pode mais e desaparece.
Num assomo de coragem, coisa que não lhe falta, o Presidente Alexandre, rapa do microfone e canta o hino do Benfica. João Careca, também na foto, olha com reprovação.


(a saga continua…)

segunda-feira, julho 14

Arte (Vida Local)

Original do quadro que serviu de base para fazer uma tiragem de 100 serigrafias...para a Câmara de Alter do Chão.
Estas serigrafias serviram para oferta das Altas Individualidades e para venda nos espaços de turismo.
Só por curiosidade...a serigrafia 1/100, foi oferecida á Primeira-Dama...

António Coutinho

domingo, julho 13

O Ninho da Àguia

Caixa Futebol Campus

Vida Local

Pondo fim a um longo período de encerramento ao público, fruto da degradação que a passagem do tempo impôs, o Castelo de Alter do Chão reabriu as suas portas, no dia 4de Julho de 2008. A cerimónia de reabertura contou com a presença de Sua Excelência, o Senhor Presidente da República Portuguesa, Doutor Aníbal Cavaco Silva que, pela primeira vez no exercício das funções de Chefe de Estado, visitou esta vila.O Castelo de Alter do Chão, pertença da Fundação Casa de Bragança, encontra-se situado no coração desta vila, assumindo-se como um dos seus monumentos mais emblemáticos. Mandado construir por D. Pedro I, em 1359, distingue-se dos comuns castelos de cariz militar pela circunstância de se encontrar num sítio plano.
Era utilizado pelos monarcas da dinastia de Bragança, aquando das suas deslocações a esta região, facto que o torna, essencialmente num castelo com função residencial.A candidatura do “Projecto de Adaptação do Castelo a Unidade Museológica”, apresentado ao Programa Operacional da Cultura teve um valor total de 843.809.14 €, no qual se inclui o montante referente à obra e ao equipamento, financiado em 367.564.75€. À Câmara Municipal de Alter do Chão coube o pagamento de 476.244.39€.Os trabalhos realizados desenvolveram-se, essencialmente, em duas vertentes: por um lado, limpeza geral da fortificação; por outro, consolidação, restauro e recuperação do interior e do exterior, designadamente a nível das paredes, pavimentos e escadas, bem como o arranjo paisagístico do pátio central do Castelo e tratamento de algumas espécies arbóreas.Com esta intervenção, o Castelo de Alter do Chão -monumento nacional, propriedade da Fundação da Casa de Bragança, cedido a título gratuito e precário, durante 30 anos, ao Município de Alter do Chão – recupera a sua dignidade patrimonial, assumindo-se paralelamente, como espaço privilegiado de uma dinâmica turística e cultural, onde o visitante dispõe de toda a tradição de um edifício histórico, aliada ao melhor da inovação tecnológica ao serviço da cultura.
Fonte: Página Municipal

sábado, julho 12

Malta da Pesada


Chico Buarque

João e Maria

As palavras do bastonário Marinho Pinto sobre os Juízes portugueses, são totalmente verdade, mas não são a verdade toda.
A cultura de prepotência e de arbítrio dos tribunais plenários da ditadura generalizou-se nos tribunais comuns na democracia. Até porque os magistrados transitaram do Estado Novo sem questões de maior, depois de terem sido instrumentos de perseguição e até de eliminação dos democratas que então lutavam" (Marinho Pinto)

Já em 26/10/05, o Crónicas do Planalto, falava nestes termos…
“GATOS GORDOS” EM GREVE
O Estado Novo deu-lhes um estatuto de Casta Superior e cumulou-os de “mordomias”.
Em troca, eles colaboraram com a Ditadura Fascista, uns por medo, outros com “alegria”. Presidiram aos Tribunais Plenários, aplicaram penas por Delito de Opinião, condenaram Democratas ao Exílio, ao Degredo e à Prisão.
Quando chegou, a democracia em vez de fazer a devida e esperada limpeza, não o fez.
Continuaram os mesmos a gerir o Sistema Judicial, a administrar a mesma justiça, à medida da bolsa de cada um, e a formar os seus herdeiros, quando muitos deles nunca perceberam o que é a democracia. (um dos nossos juízes do Supremo, mandou prender um cidadão, porque este não o deixou passar à frente na fila do Multibanco).
Continuaram a acumular regalias intoleráveis à custa de chantagem a governos fracos nos últimos trinta anos. Mas como foram perdendo o Estatuto, perderam a vontade de trabalhar, tornaram-se maioritariamente uma classe de “poltrões”.
Só assim se explica que na vizinha Espanha o sistema funcione com 10 juízes por 100.000 habitantes, e nós com 14/100.000, estejamos neste estado.
Agora que finalmente um governo tem a coragem de vir repor um pouco da justiça que eles não querem nem sabem aplicar, aqui d’ El Rei, que estão a limitar o Poder Judicial.

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É verdade que os nossos Juízes, tal como os antigos PIDE’s, infundem medo e não respeito. Medo, nos cidadão sem recursos e sem influência, que os outros escapam sempre. Há sempre prescrições para quem tem a carteira recheada. Medo das sentenças estúpidas. Basta ler os jornais. E que respeito se pode ter pelos senhores Juízes atolados na lama do futebol?

Num item, não tem Marinho Pinto a razão toda. Os velhos torcionários exerciam o seu trabalho com competência e empenho, coisas que a maioria dos nossos magistrados não fazem ideia sequer do que seja.

sexta-feira, julho 11


Segundo as últimas declarações, os vigaristas da bola já estão preparados para que o parecer do Relactor nomeado pela Federação Portuguesa de Futebol lhes seja desfavorável.

Tanto o Major Batateiro, como o adjunto Gonçalves, já vieram à liça dizer que Freitas do Amaral é competente, idóneo, etc, sem se esquecerem de deixar no ar um mas…

Doninha-Fedorenta da Costa ainda não se pronunciou. Primeiro fala a criadagem. Ele virá no fim, deixar um daqueles medonhos dichotes tão ao gosto dos Andrades. Penso eu de que…

quinta-feira, julho 10

O Meu País...


Memória do Crónicas

10/07/04 Vergonha I
Os dados estão lançados e a democracia está em perigo. A responsabilidade está toda nas costas de Jorge Sampaio e tudo o que vier a seguir, deve ser-lhe imputado. Vamos ter um governo chefiado pelo Lopes, o político no seu pior. Um troca-tintas da bola, volúvel, culturalmente medíocre, que como Secretário de Estado da Cultura mandou cimentar a Fortaleza de Sagres. Quem não se lembra do caso rocambolesco da actriz brasileira Cristiane Torloni ? A sua obra mais visível em Lisboa, tem sido pôr cartazes. Não acaba nada do que começa, um Don Juan da Buraca, habituè das revistas cor-de-rosa, populista e demagogo.
Nunca pensei que, pouco tempo depois desta euforia da portugalidade, eu viesse a sentir vergonha de ser português.

10/07/04 Vergonha II
Ferro Rodrigues, é a antítese do político. Um homem sério, com obra feita, ministro durante seis anos, foi considerado bastantes vezes o melhor do governo. Instituiu o Rendimento Mínimo Garantido e fez o Saneamento Financeiro da Segurança Social. Foi certamente um dos melhores governantes que este país já teve.
Não esteve disposto a pactuar a com ignomínia de ter o país governado por uma dupla que nos envergonha.
Estou com ele.

quarta-feira, julho 9

O NOVO EQUIPAMENTO DO GLORIOSO


Memória do Crónicas

09/07/04 A nossa vez de cobrar

Eu não devo nada a Jorge Sampaio, além do respeito devido ao Presidente da República. Também não tenho o direito de lhe cobrar os dois votos que lhe dei, porque ainda acho que foram merecidos, e quem recebe o que merece, não fica devedor de ninguém.
Agora, não tenho dúvidas em lembrar ao presidente, a maioria de onde emana a sua legitimidade para decidir sobre o nosso futuro.
Que a maioria que o elegeu por duas vezes, e ainda recentemente foi capaz de se pronunciar nas urnas, não tem dúvidas e sabe o que quer para o país.
Lembrá-lo, que o poder, assenta sempre na vontade popular, e é preciso ouvi-la, e saber respeitá-la sempre.
Não se podem estabelecer compromissos com quem não faz ideia do que é cumprir promessas. Quem abandona o barco, não pode continuar a traçar a rota.
E Portugal não aceita Delfins…

09-07-05 Pedido de desculpas

O “Crónica do Planalto”, lembrando a tradição emigrante dos portugueses, vem humildemente pedir desculpas à República Popular da China e à União Indiana, pelas “alarvidades” vomitadas pelo Presidente do Governo Regional da Madeira.
Como se pode ver pela fotografia, de semelhante criatura tudo se pode esperar
.

terça-feira, julho 8

Parece que Cavaco começa a torcer o nariz às medidas do governo Sócrates. Alguém tinha dúvidas que a chegada de Manuela Ferreira Leite ia acabar com a isenção presidencial?
Só as podia ter, quem não percebeu a dualidade de comportamentos do Sr Silva nas viagens ás Regiões Autónomas.
Leão nos Açores e cordeiro na Madeira…

segunda-feira, julho 7

Eu ainda não consegui perceber se aquele moço, Gonçalves Pereira, é mesmo Juiz de Direito, ou se é de faz-de-conta. Daqueles que o major Batateiro costuma trazer no bolso às dúzias. Sendo verdadeiro, explica o pântano a que chegou a nossa Justiça.

Entre Campos 1956/ Lisboa


domingo, julho 6

A vergonha do futebol luso chegou muito mais baixo do que se poderia imaginar. Como foi possível que chegassem aos órgãos superiores da Federação Portuguesa de Futebol, pessoas tão desprezíveis? Os donos do futebol nas últimas décadas, souberam rodear-se dos lacaios mais abjectos. Gente que em troca de benesses, cumpre ordens sem pedir explicações.
O que se passou no Concelho de Justiça da FPF, dá a imagem do estado repugnante a que as coisas chegaram.

Memória do Crónicas 06/07/04

Uma gravata horrorosa

Nada do que os nossos rapazes fizeram em campo, teve mérito. Qual categoria de Scolari, qual empenho e carinho de milhões de portugueses, nada disso teve valimento.
Ficámos agora a saber que este feito histórico, se ficou a dever única e exclusivamente ao facto de o Dr.…como se chama ele? Zé Manuel ou José Barroso, bem, aquele que fugiu e mudou de nome.
Diz o, dito cujo, que usou a mesma gravata, (por sinal medonha), em todos o jogos, menos no primeiro Portugal - Grécia, que perdemos. O que segundo o Sr., terá dado tanta sorte nos jogos, que agora ameaça oferecer «aquilo» ao seleccionador.
Estes tipos são pirosos até dizer basta.
A sorte deste país, é que o Euro só depende da gravata dele. Olha se dependesse da Casaca ou do Nome, com o que ele tem mudado…estávamos tramados.

sábado, julho 5

Estou abismado com as extremas preocupações do deputado Paulo Portas com os reformados.
São os que mais sofrem com a subida dos combustíveis, diz
Quem diria…, eu imaginava que ele se preocupava mais com jovens espadaúdos.

Memória do Crónicas 05/07/04

O ESTADO DA NAÇÃO
Vi com muita atenção o debate de terça-feira na RTP 1, e fiquei preocupado. Manuel Dias Loureiro, habitualmente tão esclarecido e cordato, embirrou em não querer entender a diferença entre legal e legítimo.
Seria legal o presidente aceitar o Lopes como primeiro-ministro, já não será legítimo, um partido de gente séria, como acho que é o PSD, nomeá-lo.
Assim como será legal, mas também legítimo o presidente “ler” o que o povo quis dizer há bem pouco tempo, e agir em conformidade.
Quanto ao argumento ridículo, de que o governo só deve ser julgado ao fim de quatro anos, não colhe, este governo vai findar no momento em que Durão se demitir, e para o bem ou para o mal deve ser julgado agora e não em 2006. Porque nessa altura a sua obra já estará certamente desvirtuada.
É a oportunidade para o Lopes se apresentar ao povo, e ganhar se o povo assim quiser, e já não poderemos dizer que Portugal tem um Governo Marsupial, com dois cangurus na bolsa à boleia.

segunda-feira, junho 30

Na minha modesta opinião, o Professor Marcelo ontem foi muito duro para o Ministro da Agricultura Jaime Silva. Partida para as próximas eleições, um “frete” a Ferreira Leite.
È verdade que este ministro é uma nulidade, mas não é pior nem melhor que os seus antecessores. O nosso grande problema reside na qualidade, manha, dos agricultores.
Uma classe quase exclusivamente formada por “chulos” dos subsídios do estado. Habituaram-se a “mamar”, já não querem outra coisa. Os pais, chuparam a “teta” de Salazar em troca de respaldo político. Os filhos, rapidamente se travestiram de democratas e continuaram a “chulice”.
As últimas declarações de Jaime Silva, onde se permite depreciar e catalogar ideologicamente quem se lhe opõe, não merecem mais que um alentejaníssimo…
- O gajo é meio esparvoado.

No fim das contas, o ministro ainda tem alguma costela na agricultura.

Portugal no "nosso" melhor


Entrecampos 1952 / Lisboa


domingo, junho 29

Os Vampiros do Século XXI

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os BR administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço/qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem.
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas demanutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta.
Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma.
Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria. O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e
que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de enunciar tamanha indignidade. Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.

No céu cinzento, sob o astro mudo
Batendo as asas p’la noite calada
Vêm em bandos, com pés de veludo
Chupar o sangue fresco da manada

sábado, junho 28

Belo Verão

Caíu como “sopa no mel” o ocorrido no tribunal de Santa Maria da Feira. A culpa só pode ser atribuída aos próprios Juízes. Ou não são eles que decidem da segurança necessária em cada julgamento? Mas os nossos digníssimos juízes, que dão “o cú e oito tostões”, salvo seja, para não trabalhar, tiveram um belo pretexto para veranear. Espertalhões…

Cromos

quinta-feira, junho 26

O Princepezinho (Saint-Éxupery)

(continuação…)

Como jamais houvesse desenhado um carneiro, refiz para ele um dos dois únicos desenhos que sabia. O da jibóia fechada. E fiquei estupefato de ouvir o garoto replicar:
- Não! Não! Eu não quero um elefante numa jibóia. A jibóia é perigosa e o elefante toma muito espaço. Tudo é pequeno onde eu moro. Preciso é dum carneiro. Desenha-me um carneiro.
Então eu desenhei.



Olhou atentamente, e disse:
- Não! Esse já está muito doente. Desenha outro.
Desenhei de novo.

Meu amigo sorriu com indulgência:
- Bem vês que isto não é um carneiro. É um bode... Olha os chifres...
Fiz mais uma vez o desenho.


Mas ele foi recusado como os precedentes:
- Este aí é muito velho. Quero um carneiro que viva muito.
Então, perdendo a paciência, como tinha pressa de desmontar o motor, rabisquei o desenho ao lado.
E arrisquei:
- Esta é a caixa. O carneiro está dentro.
Mas fiquei surpreso de ver iluminar-se a face do meu pequeno juiz:
- Era assim mesmo que eu queria! Será preciso muito capim para esse carneiro?
- Por quê?
- Porque é muito pequeno onde eu moro...
- Qualquer coisa chega. Eu te dei um carneirinho de nada!
Inclinou a cabeça sobre o desenho:
- Não é tão pequeno assim... Olha! Adormeceu...
E foi desse modo que eu travei conhecimento, um dia, com o pequeno príncipe


(continua…)

terça-feira, junho 24

Lisboa, 25 Abril 2008





Fotos Lumife