Confesso que verti uma ou outra lágrima ao saber da derrota do «Mini» Mendes.Gostava daquele ar de “puto reguila” e das réplicas meio apalermadas; sua imagem de marca. Afinal, tudo o que é pequenino é engraçado. E eu “curtia” o baixinho.
Mas a tristeza não durou muito. Obviamente que com o curriculum de bom serviçal que o homem tem, não tarda estamos a vê-lo a espreitar as objectivas por detrás do novo “chefinho”.
Saiu do Salão, mas não tarda a entrar pelos fundos e tornar-se imprescindível.
Todo o líder precisa de alguém que lhe engraxe os sapatos, lhe escolha a gravata, ou que o olhe com veneração. E nisso Marques Mendes é exímio.
Volta depressa meia-leka…


















