sexta-feira, fevereiro 19

Os boys das jotas

Bom, vejamos.

Nada disto é novidade. Estes rapazes são a fina nata dos filhos das juventudes partidárias. São rapazes que fizeram muitas patifarias, para no meio do rebanho, terem conseguido trepar pelo escadote que leva aos tachos. Já devem ter intrigado muito, lambido muitas botas e espetado muitas facas nas costas de colegas, para terem chegado a “boys”.

Não fora essas aptidões natas para a canalhice, hoje estariam como muitos milhares, a roçar o cú pelos cafés, fumar “charros” e a “chular” os pais.

Certamente que bem escutados, ouvir-se-lhes-ão junto com estas patifarias de “paus-mandados”, as habituais bazófias de putos parvos, tipo; eu “como” as miúdas todas da rua, ou, eu sou o maior nos matraquilhos.

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Graças ao sistema instalado há décadas, que reparte os bens do pais por duas correntes de ladrões. Estes são só os muitos componentes da Quadrilha do Ali Bábá de serviço.

Hoje está lá Sócrates. Rangel e Passos Coelho estão na calha. E sem uma Revolução que faça rolar cabeças, o país está condenado a esvair-se nas mãos de um destes “chicos-espertos”, “MADE IN…”, (uma Jota qualquer)

quinta-feira, fevereiro 18

Quando o mail chega...


AH AH AH AH

Quando o mail chega...


A todas a Gatas que lêem o Crónicas do Planalto

(no que me estarei eu a meter...)

quarta-feira, fevereiro 17

Comissão Parlamentar de Inquérito

José Manuel Fernandes faz queixinhas aos deputados.
Cecília Meireles, CDS/PP faz perguntas de caca
O jornalista, coitadinho, foi perseguido por Sócrates, por João Soares, por Rui Rio, pelo presidente do Supremo Tribunal, pelo Sporting, etc. Que peninha que eu tenho dele.
Se ele tinha razão, porque foi despedido?

Leituras

Pela fé, Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor do que o de Caim. Por causa da sua fé, Deus considerou-o seu amigo e aceitou com agrado as suas ofertas. E é pela fé que Abel, embora tenha morrido, ainda fala.

(Hebreus, 11, 4) LIVRO DOS DISPARATES

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“Quando o senhor, também conhecido como deus, se apercebeu de que a adão e eva, perfeitos em tudo o que apresentavam à vista, não lhes saía uma palavra da boca nem emitiam ao menos um simples som primário que fosse, teve de ficar irritado consigo mesmo, uma vez que não havia mais ninguém no jardim do éden a quem pudesse responsabilizar pela gravíssima falta, quando os outros animais, produtos, todos eles, tal como os dois humanos, do faça-se divino, uns por meio de mugidos e rugidos, outros por roncos, chilreios, assobios e cacarejos, desfrutavam já de voz própria. Num acesso de ira, surpreendente em quem tudo poderia ter solucionado com outro rápido flat, correu para o casal e, um após outro, sem contemplações, sem meias-medidas, enfiou-lhes a língua pela garganta abaixo…

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Evidentemente, por um escrúpulo de bom artífice que só lhe ficava bem, além de compensar com a devida humildade a anterior negligência, o senhor quis comprovar que o seu erro havia sido corrigido, e assim perguntou a adão, Tu, como te chamas, e o homem respondeu, Sou adão, teu primogénito, senhor. Depois, o criador virou-se para a mulher, E tu, como te chamas tu, Sou eva, senhor, a primeira-dama, respondeu ela desnecessariamente, uma vez que não havia outra. Deu-se o senhor por satisfeito, despediu-se com um paternal Até logo, e foi à sua vida. Então, pela primeira vez, adão disse para eva, Vamos para a cama”.

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«in Caim – José Saramago»

terça-feira, fevereiro 16

Tal nã éi a moenga?

Num Carnaval saturado

De tricas e mexericos

Podem ficar descansados

Quer sejam pobres ou ricos

Bem podem fazer de tudo

Mas só fugindo p’ra estranja

Se livram do novo Entrudo

Das Directas dos Laranja.

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Jaquim Carrapato

Tempos de Folia

Este moço, visto do ângulo da paródia, não consigo vê-lo doutra maneira, lembra-me sempre um do anões amigos da Branca de Neve, o Zangado.
Aquele modo de falar aos solavancos e a voz esganiçada, tornam-no engraçadíssimo.

Na Hora

A lagartagem já perde
Ah,ah,ah,ah

Os Loucos Religiosos

Uma rapariga de Buraidah, uma cidade conservadora perto da capital da Arábia Saudita, foi casada o ano passado com um primo do seu pai, com 80 anos de idade, apesar de ela e a mãe se oporem à união. As notícias locais disseram que o casamento foi selado com um dote de 85.000 riyals (cerca de €16.500) e que foi, inclusive, consumado.

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A mãe da rapariga apresentou um pedido de divórcio mas acabou por desistir este mês sem ter dado qualquer tipo de explicação. Foi nessa altura que a comissão estatal dos direitos humanos interveio e contratou um advogado para representar a criança. É a primeira vez que a comissão se envolve num caso de casamento infantil, um assunto normalmente associado ao foro familiar.

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A Arábia Saudita é uma sociedade patriarcal que aplica uma versão austera do islamismo sunita. Não existe idade mínima para casar, visto que os pais têm a guarda das filhas e autoridade para decidir com quem e quando elas se casam. Este caso é particular pois raramente uma criança desafia um casamento imposto pela família. A prática do casamento infantil é comum em algumas das áreas mais tribais do país, e vários juízes e clérigos justificam esta tradição com um casamento do profeta Moamé com uma criança de 9 anos

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Nota: A Arábia Saudita é um país fundamentalista, governado por uma oligarquia de loucos.