terça-feira, fevereiro 16
Os Loucos Religiosos
Uma rapariga de Buraidah, uma cidade conservadora perto da capital da Arábia Saudita, foi casada o ano passado com um primo do seu pai, com 80 anos de idade, apesar de ela e a mãe se oporem à união. As notícias locais disseram que o casamento foi selado com um dote de 85.000 riyals (cerca de €16.500) e que foi, inclusive, consumado.
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A mãe da rapariga apresentou um pedido de divórcio mas acabou por desistir este mês sem ter dado qualquer tipo de explicação. Foi nessa altura que a comissão estatal dos direitos humanos interveio e contratou um advogado para representar a criança. É a primeira vez que a comissão se envolve num caso de casamento infantil, um assunto normalmente associado ao foro familiar.
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A Arábia Saudita é uma sociedade patriarcal que aplica uma versão austera do islamismo sunita. Não existe idade mínima para casar, visto que os pais têm a guarda das filhas e autoridade para decidir com quem e quando elas se casam. Este caso é particular pois raramente uma criança desafia um casamento imposto pela família. A prática do casamento infantil é comum em algumas das áreas mais tribais do país, e vários juízes e clérigos justificam esta tradição com um casamento do profeta Moamé com uma criança de 9 anos
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Nota: A Arábia Saudita é um país fundamentalista, governado por uma oligarquia de loucos.
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A.Mello-Alter
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2/16/2010 01:20:00 da tarde
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segunda-feira, fevereiro 15
Correio dos Leitores
Olha aí meu. “Chibaram-me” que tas a promover uns Jogos Florais sobre a Rádio Álamo. Eu acho que versalhadas é p’ra rotos e gajas. Mas se dá “arame”, podes crer, eu vou nessa. Em tempo de crise, tudo o que vem á rede são aérios.
Cá vai.
…
Sem entrar por maledicências
Temos esta, e viva o velho
No ranking das audiências
É a melhor do concelho.
…
Há alegria nos ares
Passa fado, pimba e dança
Toca em empregos e lares
Na Cunheira, Seda e Chança
…
Os locutores são chaparros
O patrão, gato-pingado
Ouvi-la dentro dos carros
Inté limpa o mau-olhado
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Há gente que não a grama
Chamam-lhe rádio fatela
Famílias topo de gama
Os Constantino, os Catela…
…
Os Reis, estão divididos
Há quem goste e outros não
Correram por dois partidos
Nesta última eleição
…
Não sendo trouxa, o Cachucho
Ele só perde por engano
Perde o Correia, ganha o Bucho,
Os padres, o Joviano
…
P’ra terminar um aviso
Assim em forma de quadra
Não mostra ter muito siso
Quem sua mulher não guarda
…
Ouvindo o doutor Calçadas
A locutar com tal brio
Ponham-se a pau, camaradas
Cuidem bem do mulherio
Felizardo Montanelas
(o gavião do Outêro)
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PS: O amigo desculpe se o poema é curto, mas sempre ouvi dizer que o tamanho não interessa. Vá preparando o “guito” que isto tá no papo.
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Nota do editor: Não sei quem “chibou”, mas há aí um grande engano. O Crónicas do Planalto agradece todas as colaborações desinteressadas. Mas essa do prémio, só pode ser brincadeira. E você é um pouquinho machista, não?
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A.Mello-Alter
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2/15/2010 11:29:00 da manhã
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domingo, fevereiro 14
Na Hora
A Loira do PSD, Pacheco Pereira, apelidado pelo Lopes de Cavalgadura do Círculo, está na SIC Notícias a "cagar postas de pescada".
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2/14/2010 09:41:00 da tarde
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Para o Mello
O Mello é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
È um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
...
QUALQUER DIA AINDA LHE PARTO UM DENTE
...
É um poço de escárnio e maldizer
É veneno ainda por destilar
Diz mal de tudo e não quer saber
Diz coisas de fazer corar
...
SE O APANHO PONHO-O A VOAR
...
Escreve com altivez
Defende a sua crença
Mal espera a sua vez
Pra cagar sentença
....
Isto é tudo adaptado
Falta-me a imaginação
O meu cérebro tá esgotado
Tiveram q me dar uma mão
...
O Camões ajudou
A Espanca deu o mote
Nunca nenhum pensou
Vir parar a este trote
...
Nota do Editor: Esta senhora tem uma grande pedrada. Sim, é o mesmo encosto. Como é que eu me livro dela?
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2/14/2010 06:59:00 da tarde
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Para o Mello
Eu quero bater, bater perdidamente! (no Mello)
bater só por bater: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...(basicamente o Mello)
Bater! Bater! E não perdoar ninguém! (já disse, o Mello)
…
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem? (estamos a falar do Mello)
Quem disser que se pode bater em alguém (no Mello)
Durante a vida inteira é porque mente! (ele foge)
…
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
…
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar... (com o Mello e bater, bater, no Mello)
…
Nota do Editor: Perguntar-me-ão e muito bem, porque é que eu edito este atentado á memória de Florbela Espanca? É simples. “Isto” foi-me enviado por uma senhora, ou mentalmente desequilibrada, ou sob o efeito de alguma substância ilegal. Mas como jurou que se eu não editasse, cortava os pulsos, aqui deixo umas das mistelas que me enviou.
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A.Mello-Alter
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2/14/2010 06:41:00 da tarde
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