domingo, fevereiro 14
Resumo do Sporting/Benfica (numa imagem)
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A.Mello-Alter
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2/14/2010 03:04:00 da tarde
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Soneto Anti-Valentim
Estar assim condicionado
A datas pré-definidas
Como ovelhas dirigidas
P’lo pastor e cão do gado
…
Torna o homem comandado
Sem ter metas estabelecidas
Sem mandar nas suas vidas
Autómato e amestrado
…
Quer seja Santo, ou Loureiro
Não há Valentim que o valha
O namoro é o ano inteiro
…
Não vale a pena comprar tralha
Guardem o vosso dinheiro
Que a crise está p’ra durar
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A.Mello-Alter
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2/14/2010 01:39:00 da tarde
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sábado, fevereiro 13
Diário Lampião
Benfica 1 -0 Belenenses
Golo: Cardozo
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A.Mello-Alter
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2/13/2010 08:41:00 da tarde
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Os Escravos do Amor
“Quando em Janeiro de 1915 eu embarcava para a África como expedicionário ao Sul de Angola, quiz o acaso dar-me por companheiro de viagem um rapaz natural da vila de Chança, com quem me relacionei desde o primeiro dia de embarque.
Foi, pois, a bordo do pequeno «Insulano» que aquele meu amigo me contou uma história que nunca mais me esqueceu e que sempre me há-de lembrar.
É uma história triste e comovente, àcêrca de certos amores…que me disse ter ouvido um dia a seus avós, e a mesma que se fala mais adiante nêste livro.
Tendo regressado à Metrópole, ainda nos fins dêsse ano, por falta de saúde, fui durante a convalescença de 40 dias, que me foram arbitrados para gosar na terra da minha naturalidade, que tive a ocasião de ir a Chança colher a maior soma de informações que me foi possível, àcêrca deste caso.
E vendo excedida tôda a minha espectativa nas diligências perscrutadoras a que então procedi, não obstante a data já longuínqua dos factos e a falta lamentavel de certos documentos e atendendo ainda ao pedido insistente dalguns amigos, não pude resistir à tentação de escrever êste romance, se romance se lhe pode chamar, atendendo na pobreza do estilo e na humilde singeleza da sua linguagem.
Valor literário, sei, portanto, que nenhum tem. Porém, resta-me a consoladora convicção de que a sua leitura a ninguêm fará mal, e antes a muita gente poderá fazer bem.
É esta a única glória a que posso aspirar.
Já em meados de 1916, êste modestíssimo trabalho dera entrada numa das principais casas editoras do Pôrto. Mas, por motivos cuja explicação ao leitor se tornaria prolixa, tive de esperar que decorresse um certo tempo, e daí a razão porque só hoje aparece à luz da publicidade.
Lisboa, 8 de Janeiro de 1925.
O autor”
Joaquim da Silva Godinho
Nota: Se alguém tiver o livro, ou alguma informação sobre o autor, agradeço que me contactem.
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2/13/2010 08:32:00 da tarde
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sexta-feira, fevereiro 12
Correio dos Leitores
Olá. Eu sou uma ouvinte da Rádio Álamo, fiz este poema para lhe dedicar e gostava de o ler ao microfone. Sei lá, é um sonho que eu tenho.
Rádio Álamo, rádio do coração
Na sua rádio local
A música é da bôa
Rádio Álamo videsde vêr
Oiça a sua rádio local
(fantasma)
Nota: Minha querida, acho melhor não tentar. Sabe como é, os telefones estão caros, ia gastar muito na chamada...
Posso dar-lhe um conselho? Compre linha e agulhas de crochet e faça um naperon para lhe oferecer. Talvez até descubra os seus talentos. Mas poemas não, por favor...
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A.Mello-Alter
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2/12/2010 03:58:00 da tarde
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De uma história inacabada
Quando estava de bem com ele, jurava a pés juntos que era o malandro do Malaquias que punha uma droga no vinho. Que desde que a mulher lhe tinha posto os cornos e fugido com o louceiro, só queria ver desgraça na casa alheia.
Quando andava atacada de ciumeira, a culpa continuava a ser do corno do Malaquias; mas por causa da "vaca" da ucraniana de grandes tetas, com quem vivia amasiado e que tinha a servir ao balcão.
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A.Mello-Alter
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2/12/2010 03:15:00 da tarde
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Filhos do Concelho
Manifestar reconhecimento público a pessoas que se evidenciaram pela nobreza do seu carácter e pela excepcionalidade das suas acções é o grande objectivo da iniciativa de O MIRANTE denominada Prémios Personalidade do Ano que teve a sua primeira edição em Fevereiro de 2006. Este ano O MIRANTE vai entregar os prémios, hoje, dia 11 de Fevereiro, no Cine-Teatro de Ourém. Quim Zé Lourenço aquece o serão com canções do poeta José Carlos Ary dos Santos, uma personalidade indiscutível e eterna da poesia portuguesa
Joaquim Botas Castanho nasceu há 70 anos no Alto Alentejo, em Seda, Alter do Chão, mas fez o seu percurso profissional em Santarém, como alto quadro dos serviços distritais de segurança social e de saúde. Licenciado em sociologia, foi professor, autarca e é cônsul honorário do Brasil na cidade onde reside há mais de 40 anos. Dedica o seu tempo à família, aos amigos e à pesca, uma actividade que considera fundamental para o seu equilíbrio.
Esteve oito anos na vida autárquica. Enquanto vice-presidente da câmara e presidente da administração dos Serviços Municipalizados de Santarém tem obra de que se pode orgulhar, como a cobertura do concelho com água canalizada praticamente a cem por cento. Quando deixou o cargo, no início de 2002 confessou ter ficado vacinado da política mas a vida prega partidas e em Junho de 2009 foi convidado para exercer o cargo de governador civil de Santarém. Como raramente recusa um desafio, aceitou. Após as eleições legislativas de Setembro, o novo Governo não lhe renovou o convite. E ele agradeceu. É o segundo militante mais antigo do PS escalabitano mas a sua participação limita-se ao pagamento das quotas.
Aposentado da função pública, dedica hoje muito do seu tempo à família, com especial atenção para as duas netas, e à pesca. Pelo menos uma vez por semana lá vai com o equipamento para as barragens de Montargil e do Maranhão, para a ribeira do Cabeção ou para o açude de Santa Margarida. É uma actividade essencial ao seu “equilíbrio bio-psíquico”, confessa. “Tenho razões mais que suficientes para acabar com tudo o resto”, acrescenta.
De porte altivo e personalidade reservada - “só como defesa” -, Joaquim Botas Castanho transfigura-se nos convívios com os amigos, seja na pesca seja nas incursões gastronómicas em que regularmente participa. Porque é dos que acreditam que as amizades se cultivam e aprofundam à volta da mesa. E há mesmo quem não dispense ouvi-lo a cantar fados, baladas ou o clássico poema Pedra Filosofal de António Gedeão. “Já antes do 25 de Abril cantava baladas do Zeca Afonso, tenho algum domínio de voz. Mas só canto entre amigos e só quando me pedem e eu estou bem disposto”, confessa o alentejano que há 43 anos foi viver para Santarém e lá fez vida.
O Mirante 11/02/2010
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A.Mello-Alter
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2/12/2010 02:15:00 da tarde
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quinta-feira, fevereiro 11
Quando o mail chega...
Letra modificada com dedicatória para Paulo Rangel.
"pigmeu, pigmeu,
vai buscar leite a bruxelas pigmeu,
vai buscar leite a bruxelas e fica lá,
vai buscar o que quiseres que cá não há,
pigmeu pigmeu..."
(esta mulher é um espanto)
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A.Mello-Alter
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2/11/2010 09:15:00 da tarde
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Política
VAI OU NÃO VAI HAVER SOL AMANHÃ?
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A.Mello-Alter
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2/11/2010 07:15:00 da tarde
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Política
Isto é, não tem palavra.
E se não bastasse, ainda passou a perna ao "mastronso" Aguiar Branco.
Baixinho safado!
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2/11/2010 06:59:00 da tarde
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Transportes II
Como foi manifestamente infeliz a solução dos vereadores da câmara que propunham disponibilizar transporte aos habitantes das freguesias para deslocações (compras) em Alter, eu venho, com prometido, apresentar a minha solução.
O mais importante, é desde logo arredar a ideia de beneficiar o comércio da sede de concelho, em detrimento dos comerciantes locais. Em vez disso, “vender” uma ideia de Total Mobilidade entre todas as freguesias. Só assim tal medida não terá opositores.
Para isso acontecer, devia decorrer nos seguintes termos; não levar as pessoas com destino estabelecido: Alter, mas oferecer transporte com todos os destinos possíveis.
Assim:
Manhã – Alter, Cunheira, Chancelaria, Seda, Alter.
Tarde - Alter, Seda, Chancelaria, Cunheira, Alter.
(isto, para assegurar o regresso a casa ao fim da tarde de quem se propõe viajar para outro destino que não Alter)
No dia seguinte, seria feita a volta ao contrário e assim sucessivamente, para tornar possível que tanto um habitante de Cunheira pudesse deslocar-se a Chancelaria ou Seda, como o inverso. Só tendo que escolher os dias adequados.
Deste modo, já não se trataria de levar pessoas das freguesias para a sede do concelho, mas promover todos os destinos possíveis entre as quatro freguesias.
Salvo melhor opinião, proponho que o trajecto se efectue três vezes por semana; terças, quintas e sábados. Quintas e sábados, por razões óbvias.
Todos devem pagar um bilhete único para todo o percurso, com descontos para possuidores de Cartão do Idoso e Cartão de Estudante.
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A.Mello-Alter
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2/11/2010 01:52:00 da tarde
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