terça-feira, dezembro 8

F M I

Tenhamos muita atenção às "receitas" que este laboratório do capitalismo indica para a "doença" de Portugal! Doença esta sem cura porque ela nasce laboratorialmente do F.M.I..
Receita do FMI a aplicar:
Restrições em tudo o que seja os vencimentos daqueles que TRABALHAM! Como se vê é uma receita simples e sem dor para os seus aplicadores...
Entretanto arrecadam o produto desse trabalho para se governarem.
Eu que sou um Zé Ninguém atrevo-me a dizer lá aos "cientistas desse labortório" F.M.I., o seguinte: Nós já temos receitas dessas a mais e como podem verificar o mal não teve cura. Antes pelo contrário, estamos cada vez PIOR. Apetece-me, sem que isso possa ser ofensa, acrescentar: PORRA QUE É DE MAIS"! E já agora porque é que Vossas Excelências não receitam aos TRABALAHDORES que terão de começar a ROUBAR como fazem aqueles que R O U B A M quem TRABALHA?
Não será que F.M.I. também queira dizer:
F de Fome
M de Miséria
I de Internacional?
Isto pode parecer duro, mas também pode parecer que seja a realidade!!!

A.A.

segunda-feira, dezembro 7

Diário Lampião

Benfica 4 - 0 Académica

Golos: Cardozo, Saviola, Cardozo, Cardozo.


Golo monumental de Saviola

Ary


Faria hoje 72 anos

sexta-feira, dezembro 4

Assim vai a vida....

Pronto, acabou o prazo de apresentação de candidaturas e ninguém apareceu. É verdade que ainda houve um embrião de lista, mas foi impulsionada por mim e parou quando eu desliguei. Não me meto noutra, já chega de chatices.

Esta direcção, que vai continuar, teve o mérito de equilibrar as contas, encontrar um rumo. Agora é só “navegar á vista”. Este negócio dá muito dinheiro.

As coisas hoje estão muito melhor que há um ano, em todos os sentidos, embora não tenha sido fácil consegui-lo. Prometo que não vou desligar, vou continuar atento e a fazer uso do Crónicas do Planalto sempre que o achar necessário.

quinta-feira, dezembro 3

Diário Lampião

Bate Borisov 1 - 2 Benfica

O Benfica vence facilmente o grupo.

Golos: Saviola, Coentrão.

quarta-feira, dezembro 2

Crise

Vivemos uma época onde tudo tem a assinatura da crise. Tudo se começa a colocar em causa. Nunca se ouviu falar em tanta crise. A esperança é já de não se alargar a crise. Mas ela já conseguiu invadir os alicerces da maioria das famílias portuguesas.
Os governos e os governantes não ficam imunes. A crise invadiu o modelo económico e financeiro. Já chegou ao sistema bancário e às bolsas. Mas atenção, estas bolsas atingidas são as nossas! Penetrou no AMOR. Apesar ainda do amor se escrever com as mesmas quatro letras, ele não é oriundo da mesma raiz que lhe deu origem. Talvez por isso nenhuma Companhia de Seguros se aventuraria a tomar conta deste negócio! Já a amizade caminha a passos largos para se converter, ou não esteja já transformada numa palavra vã. Entrou na crise.
Passa-se o mesmo na Justiça que não merece o crédito das pessoas. Em tempos foi equiparada á paz que a própria Justiça legitimava.
Estão a milhas da Luz (pelo menos a apregoada luz ao fundo do túnel) as realizações das cansadas e velhinhas promessas feitas pelos governantes. Muitos deles em vez de governarem, governam-se. Começa a constar que a honradez tirou passaporte para parte incerta.
Não foge á crise a igreja católica. Cada dia que passa perde crédito nos seus fundamentos. Servindo-se da religião, muitos dos seus guardiões são responsáveis por actos condenáveis. Desde o encobrimento de conhecidos e antigos abusos sexuais, como o da cobertura a depósito de armas. Armas essas de fogo e morte em vez das armas da fé. Misturam religião com política. Usam o poder da mística da fé para fazerem propaganda eleitoral em defesa dos detentores de determinado poder político, desde que este coincida com o poder monopolista económico da igreja! Assim vão minando, num crescente descrédito, a fé dos fieis e afastando-os da igreja. Muitos deles já confundem religião com comércio. Não só por tudo ser pago desde o Baptizado até ao dia quando baixamos à terra. A igreja além de várias facilidades, tem ajudas dos governos, autarquias, enquanto ela dispõe de um património com uma riqueza incomensurável.
Chegamos a uma situação de não ser já possível tentar esconder a crise, que anda por aí. ( Também Santana Lopes disse um dia que iria andando por aí...). A crise já não anda só por aí. Resolveu instalar-se por cá e por aí. Não a devemos ignorar. Numa época onde o aldrabão, o que rouba milhões, o profissional da vigarice são pessoas distintas e têm toda a protecção ao seu alcance e ao seu bom nome. Será isto o produto de algum vírus? Andam por aí vários vírus. É nas gripes, nos hospitais, nos computadores... Talvez por isso anda tudo VIRADO!
Está instalada uma pandemia de falsidade infecciosa, arrogante, perseguindo todos aqueles resistentes que não querem ser marionetes desta sociedade VIRADA, em CRISE.
Só um milagre poderá alterar esta situação? Os milagres foram inventados, em certas alturas, por darem um grande jeito... A crise de agora não está nas boas graças para os “milagres”? Ou ainda não terá chegado a sua hora?
Não tenhamos dúvidas que estamos confrontados e a viver uma muito grande crise!


A. A.

terça-feira, dezembro 1

segunda-feira, novembro 30

Dia a Dia

A Cimeira Ibero-amaricana, é uma pasmaceira. Sem Fidel e Chavez é "muy aburrido".
Se tem faltado Lula, nem valia pena os media dar-lhe destaque.
Não percebo nada de protocolo. Porque é que segundo o protocolo o rei de Espanha é o último a chegar aos locais. Não seria mais lógico valorizar a importância dos lugares? O presidente do Brasil, claro.
Mas não, reserva-se deferência ao delfim de Franco. Que merda...

Alex Ferguson diz que o Benfica está interessado em Nani. Mas ressalva que nunca houve contactos do Benfica. Onde terá ele sabido? Na casa de meninas que frequenta?

domingo, novembro 29

Diário Lampião

Sporting 0 - 0 Benfica

Foi um resultado justo. É verdade que o Benfica teve mais posse de bola e mais ataques. Esteve mais vezes na "cara do golo", mas não o suficiente para arrecadar os três pontos.
È sina das equipas pequenas, agigantarem-se quando recebem os grandes.

Ode a Fernanda Câncio

Ó Fernanda, dado que já estou cansado do ar teatral a que ele equivale em todo o horário de cada canal, no noticiário, no telejornal, ligando-se ao povo, do qual ele se afasta, gastando de novo a fala já gasta e a pôr agastado quem muito se agasta por ser enganado.
Ó Fernanda, dado que é tempo de basta, que já estou cansado do excesso de carga, do excesso de banda, da banda que é larga, da gente que é branda, da frase que é ópio, do estilo que é próprio para a propaganda, da falta de estudo, do tudo que é zero, dos logros a esmo e do exagero que o nega a si mesmo, do acto que é baço, do sério que é escasso, mantendo a mentira, mantendo a vaidade, negando a verdade, que sempre enjoou, nas pedras que atira,
mas sem que refira o caos que criou.
Ó Fernanda, dado que já estou cansado, que falta paciência, por ter suportado em exagerado o que é aparência.
Ó Fernanda, dado que já estou cansado, ao fim e ao cabo, das farsas que ele faz, a querer que o diabo me leve o que ele traz, ele que é um amigo de São Satanás, entenda o que eu digo:
Eu já estou cansado! Sem aviso prévio, ó Fernanda, prive-o de ser contestado! Retire-o do Estado! Torne-o bem privado!
Ó Fernanda, leve-o! Traga-nos alívio! Tenha-o só num pátio para o seu convívio!
Ó Fernanda, trate-o! Ó Fernanda, amanse-o! Ó Fernanda, ate-o! Ó Fernanda, canse-o!

sábado, novembro 28

Dualidades

A Igreja católica irlandesa ocultou os abusos sexuais a menores durante décadas.

O ministro irlandês da justiça, Dermot Ahern, apresentou hoje um relatório cujas conclusões asseguram que a conivência entre a hierarquia eclesiástica e as autoridades do estado, entre elas a polícia e o ministério público, serviu para proteger os padres pederastas e evitar escândalos.

As autoridades ajudaram quatro bispos a esconder os abusos dos padres da arquidiocese de Dublín, que teve imunidade para transgredir a lei, de acordo com o relatório que elaborou o juiz Yvonne Murphy.

Notícia semelhante se ouviu há dias, proveniente desta vez da Escócia. Sempre com a conivência da Igreja Católica. Verdadeiras alcateias atacam o rebanho, escolhendo sempre os mais indefesos, as crianças. A ierarquia cala para preservar a imagem da instituição. As crianças que se lixem.

Entretanto numa pequena aldeia portuguesa, um jovem padre descobriu o amor. Conheceu uma jovem, esperou que ela fizesse dezoito anos, pediu a mão á família e ao esbarrar com os preconceitos, foi obrigado a fugir com ela.

Esse homem honesto está proscrito. Vai ser banido. Nunca mais poderá servir a igreja como sonhou toda a sua vida.